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Reparando danos e medindo emissões

A partir da Revolução Industrial o homem passou a emitir quantidades significativas de gases de efeito estufa (GEE), em especial o dióxido de carbono (CO²). Neste período, a concentração original de 280 ppm4 deste gás cresceu até os atuais 400 ppm5, intensificando significativamente o efeito estufa. Assim, as atividades humanas passaram a ter influência importante nas mudanças climáticas.


O World Resources Institute (WRI, 2020), alega que “as emissões globais anuais de gases de efeito estufa cresceram 41% desde 1990 e ainda estão aumentando, as emissões tiveram uma queda considerável em 2016, dados recentes sugerem um crescimento da difusão do dióxido de carbono”.


O mais recente de todos os eventos da temática ambiental, que reuniu os principais líderes mundiais em busca de alternativas e comprometimento de reduções de emissão de gases poluentes, ficou conhecido como a Cúpula de Biden e ocorreu em abril de 2021, trazendo uma nova aliança entre diversos países, inclusive do Brasil com metas de redução de suas emissões até 2030.


Como não temos um ciclo infinito de recursos, o caminho mais indicado se trata primeira e principalmente de focar na redução de emissões, onde indústria, governos, empresas públicas e privadas e sociedade civil calculam quanto estão emitindo de gases causadores do efeito estufa (GEE) e quanto e como devem reduzir e compensar esse impacto, com o objetivo de mantermos o equilíbrio dos ciclos naturais e dar tempo de recuperação à natureza, aliados ao desenvolvimento de nossa sociedade.


Segundo o Way Carbon (WC, 2018), “desde o final da década de 1990, a prática de compensação de emissões de gases de efeito estufa (ou compensação de GEE) vem ganhando força, chegando ao valor de 63 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2eq) compensadas no ano de 2016, somente pelo mercado de carbono voluntário”. Mas devido ao estado de calamidade dos índices de poluição, as discussões dos eventos atuais não estão voltadas apenas na compensação, pois essa já não é mais uma solução suficiente para tentarmos reverter o cenário ambiental.


O investimento na gestão de GEEs pode permitir uma visão sobre como mitigar as emissões da melhor forma possível. A partir daí, as empresas, entidades e governos podem também compensar as emissões que não puderam evitar. A redução de emissões é baseada no entendimento de que a Terra só possui uma atmosfera, não importa onde (geograficamente) se reduza a emissão de GEEs, e sim que ela realmente aconteça.


Para orientar as organizações que estão engajadas e comprometidas, tanto com a compensação quanto com a redução de suas emissões de GEE, a BSD Consulting, que tem por objetivo gerar impacto através das soluções para o desenvolvimento sustentável, acaba de lançar em seu portifólio um novo curso: Inventário de Emissões de GEE . O Inventário é um relatório de todas as fontes e sumidouros de emissões de Gases de Efeito Estufa, emissões e remoções quantificadas e originadas dessa fonte.


O curso se baseia na especificação de quantificação de emissões de gases de efeito estufa do Programa Brasileiro GHG Protocol, guiado pela norma técnica ISO 14064 com exercícios práticos para elaboração de um inventário.


O público-alvo são profissionais envolvidos na gestão ambiental corporativa, líderes e gestores que buscam conhecer seu impacto em emissões e outros profissionais que tenham interesse em aprofundar seus conhecimentos.


Para saber mais clique na imagem abaixo:


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